quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Visita ao Museu Oi Futuro


O museu Oi Futuro é muito interessante. Nele encontram-se antigos telefones, a evolução desses meios de comunicação e da tecnologia. O visitante precisa usar fones que são ligados a controles para escutar a parte sonora de vídeos e histórias ligadas a objetos. Dessa forma existe interatividade entre o visitante e o museu. A sala Profetas dos Futuro é uma área em que é possível assistir vídeos que expressam idéias de pessoas importantes na história como Fernando Pessoa e Oscar Niemeyer. Nela o uso do fone não é necessário e o formato da cabine e da tela são curiosos. O som constante de batidas de coração durante as falas dessas pessoas confere as apresentações um tom de emoção.



Visita ao Museu de Arte da Pampulha



A visita ao MAP foi feita no dia 5 de setembro e foi proposta pelos professores a sua observação. O museu fica no entorno da lagoa da Pampulha num local elevado, era um antigo cassino e é formado por partes retas e curvas que conferem um formato interessante ao lugar. Possui paredes de vidro que favorecem a iluminação exterior e dão uma bonita aparência ao museu. Quando o reparamos todos os lados podem ser tomados como fachada. Nele existe diferentes materiais empregados como o mármore e ácido inoxidável.

Na atividade feita em dupla no museu eu e minha parceira Elvina observamos os seguintes detalhes:

  • Desenhos nos vidros das portas em frente ao jardim, pelas quais começamos a visita ao museu. Ao bater sol no vidro a sombra do desenho é formada no chão.

  • A entrada do auditório que quando é olhada de longe parace uma parede reta e ao chegarmos perto percebemos que ela é curva e possui duas entradas.

  • Na parte interior do museu existe uma escada que nos dá a sensação de que estamos protegidos, pois elapossui paredes ao redor e também é curva.

  • Banheiro: a parte em que está localizado o lavatório é arredondada.

  • A forma como as rampas que dão acesso ao segundo e terceiro andar estão colocadas é muito interessante, uma dá continuidade a outra.

1ª Bienal Internacional de Grafite - Serraria Souza Pinto

Bienal do Grafite


Grafite ou Graffiti é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade - normalmente em espaço público.
Por muito tempo visto como um assunto irrelevante, o grafite é hoje considerado, conforme o ponto de vista, como contravenção ou como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade.
Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.
Costuma-se diferenciar o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, normalmente considerada como contravenção.
(wikipédia)


A 1ª Bienal internacional do Grafite apresentou obras que foram das pichações até desenhos bem elaborados. O espaço foi divido em vários corredores que ao serem adentrados revelavam novos quadros e até mesmo carros, computadores e beliches grafitados. A diversidade de suportes que foram submetidos ao grafite causavam supresa quando eram vistos. Com certeza esse evento foi muito importante para a quem faz ou gosta de grafite.


Exposição Hilal Sami Hilal

A exposição Seu Sami é um atributo ao pai do artista Hilal Sami. Foi feita no Palácio das artes e ocupa uma sala dividida em três partes e duas galerias.
A primeira dividida em sala do amor, da solidão e da dor. Nessa sala o artista trabalha com pouca luz e onamentos vazados que produzem sombra nas paredes em que estão pendurados. Na parte da dor não existe nenhum objeto e há ausência de luz dando a sensação de vazio total. A sala amor tem mais luz do que a sala da dor que possui um ornamento feito com arame farpado. A diferença de iluminação e de material nos faz notar uma beleza maior na parte do amor. Nos extremos da sala existem espelhos que dão a idéia de repetição constante e a impressão de que o espaço é maior que o natural.
Na Galeria Genesco Murta são encontradas obras do autor feitas em vários formatos, como livros e folhas, e tipos de materiais como cobre e papel de fibra de algodão. Nesse local podemos notar novamente o trabalho que o autor faz com sombra e repetição de formas.
Na Galeria Arlinda Corrêa Lima estão dispostos no chão vários livros que estão unidos entre si semelhante a um labirinto levando os visitantes a andarem ao redor deles.


Reorganização da sala de Plástica

Na aula do dia 26/08 foi proposto pelos professores o exercício de reorganizar a sala de Plástica em 3 dias. Era necessário que nós, alunos, procurassemos outras maneiras de dispor e decorar as áreas presentes na sala: sala de aula, de projeção, de estudo, ateliê e outras da forma que considerássemos melhor para o ambiente e para quem iria usálo.

Este foi um trabalho que precisou mais da ação, pois não tivemos muito tempo para pensar sobre como seria feita a reorganização.


Ateliê






A disposição das mesas do ateliê ganharam uma nova forma: circular, com algumas mesas centrais.






Sala de Projeção

A sala de projeção ficou no mesmo local que a turma anterior havia deixado, porém invertida. O local onde ficava a arquibancada se tornou a parte de projeção e as cadeiras voltadas para ela. Para escurecer o ambiente foram utilizados papéis pretos na janela.





Sala de Aula



A arquibancada foi mantida e a sala de aula colocada no centro da sala de plástica mantendo conexão com a área de descanso e o ateliê.


O local da sala de aula e a posição dos quadros proporcionou uma visão mais ampla do lugar.


Exposição




Descanso



A experiência de reorganizar um ambiente concedendo a ele características e gostos daqueles que vão usá-lo foi muito interessante. A sala procurou as melhores formas que encontrou, nos três dias de dispor cada área, mantendo características antigas que considerou boas e inovando a disposição de objetos e setores que achou necessário.







Panorama Praça Sete de Setembro


A Praça Sete fica entre o cruzamento das avenidas Afonso Pena e Amazonas, é entrecortada pelas ruas Rio de Janeiro e Carijós e é a mais movimentada da cidade de Belo Horizonte. O desenho da planta do projeto da cidade começou com uma cruz formada por duas grandes vias que se cortavam perpendicularmente e que teria em seu centro uma praça. O antigo nome dessa praça era Doze de Outubro, como referência ao dia do descobrimento da América. Em 1922, nas comemorações do centenário da Independência do Brasil seu nome foi mudado para Praça Sete de Setembro.

O obelisco que fica no centro da praça foi concedido a Belo Horizonte naquela época pelo atual município de Betim e inaugurado em 1924. Na década de 60 o "Pirulito", como é chamado, foi transferido para a praça Diogo Vasconcelos voltando para a Praça Sete em 1991.
Nessa praça estão prédios importantes como cine-teatro Brasil, edifício do banco da Lavoura que ganho o prêmio de arquitetura na primeira Bienal de São Paulo e o prédio do Banco Mineiro da Produção projetado por Oscar Niemeyer.
Em 2003 a praça passou por um processo de reforma e uma das principais mudanças foi o acesso a pessoas com necessidades especiais e de mobilidade reduzida.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Panorama Renzo Piano - Informática


Renzo Piano é um arquiteto italiano, de Gênova. O seu histórico arquitetônico conta com uma vasta gama de obras muito conhecidas e conceituadas a nível mundial. Ele é partidário da arquitetura high-tech, de alta tecnologia, que utiliza os elementos tecnológicos como objetos estéticos. Sua obra mais conhecida é o Centro Georges Pompidou, em Paris. O Centro Pompidou é um dos principais exemplos da arquitetura high tech , uma tendência dos anos 70 e que continua a ser explorada até hoje e se inspira na arquitetura industrial e nas novas tecnologias. Piano possui o seu atual ateliê em Gênova, conhecido como “Renzo Piano Building Workshop”, criando paralelamente, escritórios independentes em Paris e Gênova.